segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Filtro Canister Caseiro

Há alguns meses vi em um fórum um "passo a passo" para se fazer um filtro canister caseiro. Bem, aventurei-me em um novo projeto!
O fórum em questão é super bacana, seus membros e moderadores contribuem bastante com o aprendizado individual e coletivo.
Segue o link para o fórum:
Fórum AquaPeixes

Nessa primeira "empreitada" algumas coisas não saíram muito bem, vejam as fotos:





No momento, estou estudando a melhor forma de solucionar os problemas que foram surgindo ao longo do processo. Ao final farei um detalhamento desse canister.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Novidades!

Em breve novas inclusões! Aguardem!!!

Abraço.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Lago Malawi

sábado, 20 de março de 2010

Caramujo Melanóide – Praga ou Solução?

melanoideos

Um Molusco facilmente encontrado em muito aquários, plantados ou não. É um caramujo resistente, sobrevive bem a grandes variações de pH, reproduz-se rapidamente, suporta altos teores de salinidade (incríveis 70% a 80% da salinidade marinha), alimenta-se de praticamente tudo, no entanto, possui preferência pelas algas. Passam boa parte do tempo “enterrados” no substrato do aquário, ao anoitecer saem para fazer sua refeição.

Essa característica pode torná-lo um aliado contra o excesso de algas indesejadas no aquário.

Porém, um problema a ser considerado é que sua superpopulação pode deixar o aquário um pouco estranho, para algumas pessoas mais sensíveis, até repugnante, uma vez que centenas ou milhares de caramujos emergem do substrato e tomam conta de tudo que há no aquário.

O fato é que esses caramujos podem ser também ótimos indicadores da qualidade do ambiente do aquário, excesso de matéria orgânica, por exemplo contribui para o surgimento de um superpopulação, da mesma forma, a fuga desses caramujos do fundo para as partes superiores do aquário também podem indicar baixa oxigenação na água.

Se você vai criá-lo em seu aquário, certifique-se do tipo de ambiente que está preparando, e tenha cuidado ao inserí-lo com outras espécies de moluscos, peixes e crustáceos, algumas são predadoras e poderão eliminá-lo do aquário.

Em minha experiência com Ciclídeos Africanos a convivência entre eles é pacífica, nem mesmo os maiores Ciclídeos do aquário se envolvem com eles. Outra informação importante são as plantas, até o momento em meus aquários de Ciclídeo tenho cultivado as plantas “Microsorum pteropus” e “Anubia sp”, as mesmas não foram “atacadas” por esse caramujo o que é bom.

Para aqueles que já os tem e deseja retirá-los do aquário, vai uma notícia não muito boa… é praticamente impossível, no entanto sua população pode ser controlada. O melhor método que conheço é o uso de armadilhas. A noite insira uma grande folha de alface amarrada a uma pedra ou outra coisa que afunde no aquário. Isso vai atrair uma grande quantidade de caramujos, e você os pegará com essa armadilha. Repetidas vezes, você irá praticamente eliminá-los do seu aquário. Mas tem uma coisa… EVITE AO MÁXIMO O USO DE VENENOS CARAMUJICIDAS NO SEU AQUÁRIO, eles podem ser bastante tóxicos aos peixes e nem sempre são bem eficientes contra os caramujos, em especial os melanóides.

Ficha

Nome Científico: Melanoides tuberculata

Nome Popular: Caramujo Melanoide, Caramujo Trombeta.

Origem: Trópicos – Ásia e África

Alimentação: Preferencialmente Algas

pH: 7,0-8,5 e variações.

Temperatura: 25°C a 30°C

Tamanho: 3-4 cm quando adulto.

Reprodução: Muito Rápida.

Convivência no Aquário: Pacífica e em grupos

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Heros severum – Acará Severo Gold

 

Esse belíssimo espécime é também um ciclídeo, mas não se engane, trata-se de um ciclídeo americano e não africano, mais detalhadamente um ciclídeo amazônico.

Em alguns sites existe a informação que o Acará Severo Gold é uma seleção em laboratórios norte americanos do Acará, peixe comum na bacia amazônica.

Supla

O Severo Gold apesar do nome é um Ciclídeo dócil e convive bem com a grande maioria dos peixes. Em meu aquário o Severo Gold convive com Ciclídeos Africanos e sem grandes complicações para ele. É um peixe imponente e bastante interativo, curioso procura verificar e dar atenção a tudo que se aproxima do aquário.

Como dizia, meu Severo Gold apelidado de “Supla” vive bem há 6 anos no aquário de ciclídeos africanos. No entanto, o ideal é deixá-lo em um aquário com pH menor (algo entre o neutro e o ligeiramente ácido). O Severo Gold fica explendido em aquários plantados em companhia de Discus e outros Acarás.

Supla 002

Sua reprodução em cativeiro não costuma ser fácil, no entanto, segundo algumas informações também não é impossível. O peixe deposita seus ovos e como característico do grupo dedica bastante atenção a sua prole.

O Severo Gold se alimenta de praticamente tudo, é um peixe onívoro. Vale lembrar que rações de boa qualidade que privilegiam a exuberância das cores são muito bem vindas ao Severo Gold. Diversos016

Prepare um aquário grande para o inserir, é um peixe que de acordo com as condições da água e da alimentação, tem crescimento rápido. Recomendo aquários acima de 100 L, sendo importante verificar se ele não irá conviver com outros peixe de grande porte, caso contrário, prepare um habitat acima dos 200 L.

Supla 001

Considerações técnicas
Nome Científico – Heros severum

Nome Popular – Acará Ouro, Severo Gold, Acará Severo Gold

Tamanho máximo – pode alcançar mais de 15 cm quando adulto
Coloração – Amarelo /ligeiramente alaranjado; listras mais evidentes em destaque.
Aquário ideal - Acima de 100 L
Origem – Bacia do Rio Amazonas (América do Sul)
Alimentação – Onívoro; todo tipo de ração, privilegie rações que favorecem o desenvolvimento das cores e o crescimento.

pH ideal - Entre 6,5 e 7.2
Temperatura - 25ºC à 29ºC
Comportamento – Bastante pacífico no geral.

domingo, 1 de novembro de 2009

Plantas x Aquário de Ciclídeos Africanos

ANUBIAS - VALISNERIAS - LEMNA MINOR (LENTILHA D´ÁGUA) - ELÓDEA - RABO DE RAPOSA (Ceratophillum)


Ao meu ver um desafio enorme sempre foi e será a inclusão de plantas em um aquário de Ciclídeos Africanos especialmente se nesse aquário estiverem ciclídeos do lago Malawi. Os ciclídeos geralmente interagem bastante com o substrato e com os demais meios abióticos do ecossistema, o que significa que dificilmente uma planta teria condições de se estabelecer em um ambiente em constante transformação.

As experiências que tive com plantas em aquários de Ciclídeos Africanos nunca foram muito satisfatórias, até que alguns resultados foram bons a curto prazo, mas com o tempo…

Em minhas pesquisas sobre o assunto pela internet encontrei este artigo cujo autor permite sua reprodução, foi o mais objetivo e sincero que li até esse momento. Assim compartilho com você leitor.

Plantas aquáticas nos aquários de Ciclídeos Africanos

Com a crescente popularização dos aquários plantados, os aquaristas que gostam de plantas e possuem ciclídeos africanos do chamado vale do Rift, dos lagos Malawi, Tanganyika e Victoria sempre se perguntam "como seria um aquário plantado de ciclídeos africanos?".

Primeiramente, é errado dizer que um aquário de ciclídeos africanos não pode ter plantas. Não é bem assim. Existe uma dificuldade e mais que isso uma incompatibilidade de uma grande quantidade de plantas usadas no hobby com os aquários de ciclídeos africanos, mas é possível ter algumas espécies de plantas junto com os seus CA's.

No lago Malawi, por exemplo, existem várias regiões diferentes dentro do lago, com habitats diferentes e com espécies diferentes em cada um desses locais. Em algumas dessas áreas, realmente não há o predomínio de plantas, mas em outras partes como perto das margens, existe sim uma vegetação. Este artigo descreve bem os habitats do lago e faz referência a algumas espécies, embora algumas delas não sejam de uso popular no hobby, mas plantas como as Vallisnerias são facilmente encontradas em qualquer loja de aquarismo.

Compatibilizando suas plantas com o biotopo e as espécies

O que torna os aquários de ciclídeos africanos de certa forma especiais em seus cuidados é também de certa forma o que impede o bom desenvolvimento de plantas neles. Vejamos:

Substrato:

Algumas espécies de ciclídeos africanos costumam ter o hábito de escavar o substrato, para fazerem suas tocas para desova ou ritual de acasalamento. Por causa disso, não podemos por exemplo fazer uso de camadas de substratos férteis, pois a escavação iria mover parte desta camada fértil para a coluna d'água, e o problema seriam as algas. Fora que o próprio ato de escavação iria fatalmente arrancar várias plantas, requerendo um replantio frequente e ao arrancar as plantas elas ficarão danificadas.

O substrato mais recomendado para aquários de ciclídeos africanos é algum tipo de areia – seja calcita, aragonita ou mesmo areia de rio. Quando usamos um substrato de granulometria mais alta ou mesmo cascalho de rio comum num aquário de ciclídeos africanos, criam-se espaços entre esses grãos maiores e pedregulhos, que facilita a retenção de sujeira nesses locais, o que faz com que a amônia total suba, e a amônia não-ionizada (NH3-, íon amônia) se torna bem mais tóxica em níveis de pH mais altos como os presentes nos aquários de ciclídeos africanos, como mostra a seguinte tabela

image

Como usar a tabela acima?

Para calcular a quantidade de amônia não-ionizada presente numa determinada amostra, o Nitrogênio Amoniacal Total (NAT) deve ser multplicado pelo fator selecionado de acordo à tabela, utilizando-se para isso o pH e a temperatura da água encontrados por teste específico (pH) e leitura (temperatura; termômetro). Para ter maior precisão, deve-se medir previamente esses valores, para depois fazer o teste de amônia. Ou seja, para ser acurado, o teste de amônia deve ter valores de temperatura e pH iguais tanto em sua amostra de água como na água do aquário de onde foram retiradas as amostras.

Toxidez e concentrações de ANI:

image

Para exemplifcar, apresentamos um modelo teórico de como realizar a determinação da fração tóxica de amônia tóxica (ANI):

1) A temperatura da água verificada está em 24°C;

2) O teste de pH da água deu 8.0;

3) Cruzando-se na tabela os valores obtidos de temperatura e pH encontrados, encontra-se o fator de multiplicação a ser utilizado: 0.0502;

4) Faz-se então o teste de amônia, onde se encontra uma concentração de NAT de 1.0 ppm;

5) Multiplica-se, então, esse valor do NAT pelo fator encontrado na tabela: 1,0 X 0.0502 = 0.0502 ANI.

Interpretação do Resultado:

A amônia tóxica presente (ANI) é de 0.0502 ppm. Ou seja, está praticamente no limite da toxidade, já causando algum estresse aos peixes.

Continuando...

Por causa da dificuldade em se usar uma camada fértil, a fertilização deve ser feita com fertilizantes líquidos, e praticamente só as plantas que teriam capacidade de absorver os nutrientes dessa forma seriam as que dariam mais certo. Alimentação: Algumas espécies de CA's são estritamente herbívoras, e irão devorar suas plantas com prazer. Uma tentativa de se evitar isso seria manter os peixes bem alimentados, mas ainda assim o risco é muito grande. Plantas mais sensíveis são atacadas vorazmente. Plantas com folhas mais grossas como as anubias costumam resistir mais e são deixadas de lado, mas folhas menores e brotos podem ser comidos.

Parâmetros da água:

Os lagos do vale do Rift possuem uma condição toda especial em relação aos parâmetros químicos de suas águas. A água desses lagos tem uma dureza alta e o pH é bastante elevado, especialmente no caso do lago Tanganyika onde a média de pH é em torno de 8,4. Por causa disso, plantas que são de ambientes de água neutra ou ácida muito provavelmente não se adaptarão. Plantas de origem amazônica, por exemplo. Além de não fazerem parte do biotopo do lago, estas plantas são de águas totalmente diferentes e provavelmente não se desenvolverão numa água tão diferente de seu habitat original.

Iluminação:

Normalmente um aquário de CA's não requer iluminação, que é usada para efeitos puramente estéticos. Se você está disposto a tentar criar algumas plantas, teria de ou optar por plantas que não requerem iluminação forte ou então ter gastos desnecessários (já que não é preciso esse sistema de iluminação forte em um aqua de CA's) e montar um sistema de iluminação exclusivo para elas – o que ainda assim poderia não funcionar por causa dos outros motivos citados acima.

Algumas espécies que podem se desenvolver bem:

Valisnérias:

As valisnérias costumam ser muito usadas, embora o sucesso como em todas as outras espécies não pode ser dado como 100% garantido, principalmente no quesito "alimentação".

Anubias:

Anubias costumam tolerar o ambiente alcalino e como não precisam de iluminação, tendem a se desenvolver bem. (N.A.: nunca obtive sucesso com elas! Já num aquário "normal", desenvolvem-se normalmente)

"Rabo de raposa" (Ceratophillum demersum):

Por serem plantas resistentes, também podem funcionar. Essas podem ficar enterradas no substrato sem perigo de serem danificadas ao serem arrancadas, mas isso vai acontecer com frequência. É preciso paciência para ir recolocando todas no lugar, dependendo do temperamento e atividade dos seus peixes.

Elódeas (Egeria densa e Lagarosiphon major)

As elódeas por terem crescimento rápido e fácil e serem menos frágeis ou exigentes podem ser usadas, especialmente a Lagarosiphon major, que é inclusive chamada de "Elódea Africana", e é nativa dos grandes lagos, e essa tem melhor rendimento que a elódea "comum".

Lemna minor (Lentilha d'água)

Uma planta que ao menos no aquário do autor deste texto funcionou de forma satisfatória (embora o visual não seja muito "agradável" digamos assim) foram as "lentilhas-d'água" ou Lemna minor. Crescem muito e rápido. A desvantagem é que tomam toda a superfície do aquário rapidamente, e pode ser meio estranho esteticamente.

Esqueça: musgos, carpetes, plantas de caule muito frágil... nenhuma vai dar certo, acredite. Ou para dar certo, é bem complicado. E como tentar fazer isso?

A meu ver, a única possibilidade de ter um aquário densamente plantado com CA's é montar toda a estrutura primeiro, plantar, e esperar as plantas se desenvolverem, e só (bem) depois introduzir os peixes. Há fotos espalhadas pela internet de aquários de CA's com plantas e bem plantados, que mostram que isso pode ser possível de ser realizado. Mas é uma tarefa e tanto.

Se você desejar ter plantas em seu aquário de CA's para efeito de controle da amônia, uma boa pedida nesse caso seria tentar montar um filtro de plantas. Seria tão eficiente quanto as plantas no aquário, com a possibilidade de que alguns dos problemas citados acima seriam eliminados, e até outras espécies poderiam ser tentadas.

Esperamos que com as dicas acima você consiga obter algum sucesso no cultivo de plantas junto com os ciclídeos africanos. Desejamos boa sorte nessa tarefa que é no mínimo trabalhosa, se não quase impossível.

Referências
SIMÕES, Vladimir Xavier. In Tabela para determinar a fração/concentração de amônia tóxica presente na água. Site Aquabrasilis: http://aquabrasilis.sites.uol.com.br/text/teoria/amonia.html

Disponível em: http://www.ciclideosonline.com/artigos/plantasaquaticas.html

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Pseudotropheus demasoni (Pombo)

Espetacular ciclídeo africano, bastante exuberante em sua coloração azul e preta. É um peixe relativamente agressivo e bastante territorialista, não mede esforços para delimitar e comandar seu espaço em um aquário. O Demasoni não convive muito bem com outros exemplares de sua espécie, bem como outros peixes tão ou menos agressivos do que ele. A solução é ter um aquário grande (acima de 100L) e com tocas suficientes, outra condição é evitar a superpopulação de peixes.

Seu local de origem é o Lago Malawi – África, uma das características químicas mais relevantes deste lago é o seu alto valor de pH. (em torno de 8,0).

O dimorfismo sexual (diferenças entre machos e fêmeas) são bastante discretos o que torna praticamente impossível a distinção entre os sexos. A reprodução em aquários também não é algo que se faz de forma muito facilitada, é preciso conhecimento, dedicação e experiência quanto aos cuidados necessários a fim de que seja possível a reprodução em aquários com certa facilidade.

Convivenciaabril2009 008

Considerações
Nome Científico – Pseudotropheus demasoni
Nome Popular – Demasoni; Pombo; Demasoni pombo

Tamanho máximo - Aproximadamente 10 cm quando adulto
Coloração – Azul e Preto (Listras pretas nas nadadeiras dorsais, peitorais e pélvicas; listras pretas verticais no corpo).
Aquário ideal - Acima de 100 L
Origem - Lago Malawi (África)
Grupo - Mbunas (São menores e vivem geralmente na parte litorânea e mais rochosa do Lago Malawi).
Alimentação - Essencialmente Algas (Spirulina)
pH ideal - Entre 7,5 e 8.5
Temperatura - 25ºC à 28ºC
Comportamento - Geralmente Agressivo

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Labidochromis caeruleus ou simplesmente Yellow



No que se refere aos Ciclídeos Africanos, esse em especial e na minha opinião é um dos mais lindos. Dono de um amarelo de cor forte é um espetacular Ciclídeo Africano. O Labidochromis caeruleus ou simplemente Labidochromis yellow ou mesmo yellow é um ciclídeo oriundo do Lago Malawi, ao contrário de alguns outros ciclídeos do mesmo lago, o Yellow não é um peixe agressivo e dependendo das condições do aquário pode até conviver com outras espécies sem maiores complicações.


Como todos os Mbunas do Lago Malawi, o Yellow suporta bem aquários com pH alto (em torno de 8.0). Aliás, o pH interfere bastante em sua coloração.

Em relação a reprodução em aquário, o sucesso está geralmente vinculado as condições ideais de temperatura e qualidade físico-química da água, se for esse seu interesse, mantenha algo em torno de 4 a 5 exemplares em seu aquário, além de muitas tocas e boa alimentação.

Lago Malawi - Foto (http://www.cmcas.com.br/)


Considerações

Nome Científico - Labidochromis caeruleus

Nome Popular - Labidochromis yellow ou yellow

Tamanho máximo - Aproximadamente 17 cm quando adulto

Coloração - Amarelo forte (predominante) - Listra preta nas nadadeiras dorsais, peitorais e pélvicas

Aquário ideal - Acima de 100 L

Origem - Lago Malawi (África)

Grupo - Mbunas (São menores e vivem geralmente na parte litorânea e mais rochosa do Lago Malawi).

Alimentação - Essencialmente Algas (Spirulina)
pH ideal - Entre 7,5 e 8.5
Temperatura - 25ºC à 28ºC

Comportamento - Geralmente não Agressivo



Uma observação importante: Devido a característica predominantemente pacífica do yellow é bom ter cuidado ao inserí-lo juntamente com outros ciclídeos africanos, a "mistura" poderá ser fatal para ele.